Confira as novas previsões do Gartner e Cisco sobre segurança e as novas perspectivas sobre a Intern

Fizemos um resumo dos dois excelentes textos para você caro leitor,

confira abaixo!

Segurança e internet das coisas são palavras que precisam andar juntas para que haja o sucesso dessa nova enxurrada de novos dispositivos conectados a rede, e a crescente adoção de dispositivos móveis, serviços em núvem, mídias sociais e informação vai impulsionar ainda mais o uso de novas tecnologias e serviços de segurança até 2016, de acordo com o Gartner.

O diretor de pesquisa e consultoria do Garnter diz que a principal tendência em 2013 foi a democratização das ameaças a segurança, impulsionada pela facilidade em que os softwares maliciosos são disseminados com infraestruturas cada vez mais robustas originando ataques bem mais avançados e direcionados.

De acordo com o Gartner essas são as novas previsões para o mercado de segurança da informação:

  • Até 2015, aproximadamente 10% das capacidades de produtos empresariais de segurança de TI serão entregues na nuvem: Um número significativo do setor de segurança está sendo influenciado pelos modelos de entrega recente. Isso é resultado do crescimento dos serviços de segurança baseados em nuve, que está transformando a forma como a segurança é fornecida e consumida pelos clientes.

  • No final de 2015, cerca de 30% dos produtos de proteção de infraestrutura serão comprados como parte de uma oferta privada: A presença de tecnologias altamente qualificadas, como plataforma de proteção de endpoint (EPP) e segurança de e-mail, será contrastada por oportunidades de crescimento oferecidas por segmentos como segurança da informação e gerenciamento de eventos, prevenção conta perda de dados (DLP) e tecnologias emergentes no âmbito da "outra garantia".

  • Em 2018, mais da metade das organizações usarão fornecedores de serviços de segurança especializados para proteção de dados, gerenciamento de riscos e gerenciamento de infraestrutura de segurança: Muitas empresas continuam sem as competências adequeadas para definir, implementar e operar níveis de proteção de dados e controles de segurança específicos de privacidade. Esta falta de habilidade leva as organizações a contratarem empresas de segurança especializadas em proteção de dados e gerenciamento de risco para atenderem às demandas regulatórias e melhorar suas poíticas de segurança.

Jás as perspectivias para a Internet das Coisas ainda não é tão clara, porque ainda está um pouco longe da perspectiva da própria Cisco que aponta que em 2020 teremos 50 bilhões de dispositivos conectados. Mas mesmo assim é possível idenfificar inúmeras mudanças no comportamento social e dos negócios a partir da expansão da rede, principalmente é claro das conexões sem fio.

Segundo um levatamento feito pela Cisco a Internet de Todas as Coisas gera US$ 19 trilhões em oportunidades de negócios nos setores públicos e privado, sendo que US$ 14,4 trilhões são potenciais para o setor privado e US$ 4,6 trilhões em ganhos de receita ou redução de custos para o setor público.

Se tratando de inovação para os negpocios a Internet de Todas as Coisas é considerada tão impactante como foi a Revolução Industrial e a era da informação no final dos anos 1900. Aliás, estudos apontam que a velocidade de adoção dessa tecnologia, chega ser cinco vezes mais rápida do que outras grandes evoluções tecnológicas industriais, como a eletrececidade e telefonia. A Internet das Coisas é grande forma de dar voz a dispositivos que permaneceram em silêncio durante toda sua jornada.

De acordo com a Diretora Sênior de Estratégia e Planejamento da Cisco do Brasil, Nina Lualdi, a "Internet das Coisas não é apenas uma revolução no mundo de TI, mas uma das esperanças-chave de evolução global". "É uma oportunidade para as empresas de todas as verticais, criada a partir das necessidades de fazer com que os cidadãos possam ter acesso a uma alta qualidade de vida através de um gerenciamento eficiente dos recursos", completa.

Duas questão são importantes para a Internet das Coisas segundo Lualdi.

1º: Conectividade irrestrita irá revolucionar o jeito como conduzimos as nossas vidas. Graças ao variado número de dispositivos diferentes que estarão conectados a rede.

2º A Internet das coisas é uma oportunidade imensa para todas as empresas, indo muito além das especialmente voltadas para tecnologia, porque permite a criação de novos negócios, produtos e serviços, além de aperfeiçoar aquilo que já existe.

Um exemplo desse leque de possibilidades envolvendo a Internet de todas as Coisas são as cidades inteligentes, segundo a consultoria de pesquisa ABI Reserach, US$ 39,5 bilhões devem ser gastos com tecnologias ligadas a implatação de cidades inteligentes em 2016. Indo de transporte coletivo e centro s compras que irão revolucionar a vida urbana como conhecemos.

Fonte:CISCO


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